Aos dezessete anos
de idade, Gwen passa seus dias entediada. O
trabalho diplomático de seu pai finalmente os
levou de volta a Nova York, e ela agora frequenta uma
escola para jovens"financeiramente dotados". Quando sua vida
começa a tecer um tom de normalidade, o pai de Gwen viaja a negócios e
desaparece misteriosamente em Paris, sozinha e amedrontada ela
descobre as mentiras acerca do trabalho de seu progenitor e contra todas
as expectativas e bom senso, ela foge do país para procurá-lo.
Gwendolyn Bloom é realista, sua construção como personagem na verdade. Estava
esperando que o autor concretizasse uma personagem "Rambo
Girl", mas ela cresce e amadurece de acordo com a trama.
Inicialmente Gwen já não apresenta um comportamento muito comum, solitária e mais
introvertida que o normal, tem sua personalidade muito afetada pela morte da
mãe e a constante mudança que é forçada a se submeter por causa do
trabalho de seu pai. Impelida pela situação ela descobre dentre de si uma
ousadia e crueldade dormentes que crescem enquanto a
protagonista amadurece e submerge ainda mais no mundo obscuro do crime.
Apesar de não ser totalmente cativante, Gwen me fez desenvolver uma preocupação
fraternal por ela, o que tornava a leitura confortável e
emocionante.
Não foi uma
surpresa enorme, mas ainda assim foi uma surpresa muito agradável. Eu esperava
uma trama mais pobre, com uma má composição e uma personagem superestimada
e fantasiosa. O livro é criativo e a escrita é espetacular; Claro que Gwen têm
um pouco mais de sorte do que qualquer um nessa mesma situação,
mas tudo têm nexo e vertente para explicações plausíveis. O
melhor é que o livro têm uma continuação, e estou curiosa para saber se o
autor conseguirá manter a qualidade e a minha atenção.
Eu adorei a trama! Apesar de um pouquinho previsível, a trama
consegue fugir levemente do padrão, considerando que há pouquíssimo (ou nenhum)
romance e o foco realmente é a política e a guerra entre reinos e entre duas
rainhas poderosas. Além disso, gostei bastante que não havia menção alguma aos
homens da realeza, realmente eram as rainhas que comandavam tudo.
Quanto à trama em si, o leitor
acompanha a trajetória de Kelsea, uma jovem de dezenove anos, que finalmente
atinge idade suficiente para liderar seu reino. Talvez não seja a opção mais
inteligente, mas Kelsea faz escolhas com o coração, sempre se sacrificando em
prol de seus súditos, e eu gostei muito da maneira como a autora abordou a
trama.
Quando se trata de protagonistas mulheres, geralmente elas estão divididas
entre as meninas lindas que não sabem que são lindas e as lindas que
sabem - e são extremamente confiantes por isso. Kelsea, por outro lado, é
repleta de inseguranças por estar um pouco acima do peso e de fato não chama a
atenção de todos os homens ao seu redor com sua beleza. Apesar de ser monótono
ter que ouvir sobre as inseguranças da protagonista, adorei a maneira como ela
conseguiu demonstrar as diversas habilidades que adquiriu ao longo dos
anos. Ainda, apesar de não ser a pessoa mais sábia, Kelsea geralmente
tomava boas decisões, tinha confiança em suas escolhas, sem falar em um
espírito de aventura extremamente divertido.
Como uma rainha, a protagonista tinha sua própria guarda, composta por cerca de
nove homens cuja função era protegê-la com a vida. Meu favorito foi Clava, que
parecia extremamente rude no início, porém provou ser um amigo legal. Ainda, o
misterioso Fetch me deixou intrigada e espero que tenha um papel maior em
breve. Diversas mulheres fortes e interessantes surgiram na
trama, como A Rainha Vermelha, soberana de uma nação ao lado do Tearling,
que ameaçava conquistar a tudo e a todos.
É uma fantasia/distopia um
pouco diferente do comum, então é ótima se você está ficando cansado da
trama de sempre. Ainda, estive lendo algumas críticas e parece um daqueles
livros "ame ou odeie", então não recomendo se você é um leitor mais
exigente e se incomoda com detalhes, porém em geral é um ótimo livro e eu
definitivamente estou na turma do "ame"!
Esse livro começa
um pouco depois dos últimos eventos de A Rebelde do Deserto, o que pode
ser confuso por um momento, mas depois a imersão na história é
inevitável. Eu consegui me conectar mais à história e aos personagens
nesse volume, e fiquei tão presa às páginas que era difícil pausar a leitura,
mesmo que eu quisesse salvá-la para durar mais um pouquinho. Após ser traída
por alguém que achava poder confiar, Amani é vendida para o sultão e finalmente
tem a chance de conhecer um pouco melhor o governante de Miraji. A ameaça dos
rebeldes está crescendo cada vez mais, o que coloca a todos em estado de
alerta, além de adquirir mais alguns simpatizantes da causa. No primeiro volume
eu havia achado que a autora pecou um pouco na construção do mundo e no sistema
de magia, mas aqui ela conseguiu deixar tudo mais interessante e visual,
desenvolvendo melhor as questões sobre os demjis e os djinis, além
de explorar mais o lado político da trama, o que deixou tudo ainda mais
interessante. Pode até parecer que, lá pelo meio, o livro fica um pouco parado
de mais, mas isso vale a pena pelo desenvolvimento da história. O final
foi de tirar o fôlego e me deixou muito ansiosa pelo próximo volume.
Amani é aquela garota que faria
tudo pelos que ama e, principalmente, pela causa rebelde, incluindo arriscar a
própria vida. Ela é uma ótima protagonista para essa história, forte
e corajosa, uma evolução mais madura da menina do primeiro livro. Eu gosto
bastante de seu relacionamento com Jin, eles trabalham bem juntos e seus momentos
românticos não são de dar diabetes, apesar de, ainda assim, eles decidirem se
beijar em momentos inoportunos (como, por exemplo, enquanto estão sendo
perseguidos por alguém que quer os matar). Shazad é das minhas
favoritas! Ela engana com seu rostinho bonito e status social, mas é uma
guerreira e estrategista maravilhosa e uma ótima amiga. Ahmed, o príncipe
rebelde, ainda está um pouco apagado, na minha opinião. Ele é o grande causador
da rebelião, mas na maior parte do tempo sinto como se ele fosse um personagem
qualquer. Gostei bastante de alguns dos novos personagens introduzidos, como
Sam e Rahim, eles se ajustaram perfeitamente ao grupo. E o sultão é um homem
que consegue enganar com suas frases bem planejadas e manipuladoras, porém teve
ótimos diálogos com Amani.
Esse livro conseguiu me deixar
mais animada e envolvida com a história e os personagens, muitas coisas
interessantes aconteceram e agora a guerra entre os rebeldes e o sultão está
cada vez mais próxima. Se você ainda não começou a ler essa trilogia, recomendo
bastante para quem gosta de fantasia. Se já leu o primeiro livro (aqui), não espere
muito para pegar o segundo, porque vale muito a pena.
Tem alguns
meses que a sinopse de Caraval me deixou morrendo de curiosidade em saber como
se desenrolaria essa história, mas aqui temos aquele caso clássico de expectativa
vs. realidade. Apesar da premissa interessante, a trama é pobre em nuances
e tenta se sustentar num romance instalove que você já previu desde o início do
livro. Tudo se passa em um universo fantástico mal desenvolvido e explorado,
com um sistema de magia confuso em que ninguém sabe nada sobre nada. O próprio
Caraval, que é um tipo de jogo de caça ao tesouro, é mal planejado pela autora,
onde as pistas que deveriam ser dificílimas de achar caem de paraquedas no colo
da protagonista. Sem contar que você tem um vislumbre dos outros competidores
apenas no primeiro dia, porque depois todos eles somem da história do nada,
pareceu que só a Scarlett e o Julian estavam competindo no Caraval.
E aquele final super anti-climático está para entrar na lista dos piores finais
de livros que eu já li. O que poderia ser um final até corajoso e interessante
vira uma cafonice idiota, a explicação de tudo é chocha, e você percebe que
passou raiva o livro inteiro para - pausa dramática - nada. Nem o
cliffhanger consegue dar vontade de ler o próximo livro.
Scarlett não é
tão ruim no início, mas aos poucos ela vai se mostrando ser aquela personagem
que você tem vontade de sacudir pelos ombros e perguntar: "cara, você é
burra?". Foi difícil não revirar os olhos todas as vezes que ela falava
que precisava voltar para o seu casamento com o conde e sempre que ela tomava
alguma decisão idiota (e não foram poucas vezes). Além dela ser aquela
personagem que esquece até o próprio nome quando vê um cara sem camisa. Tella
era a última coisa que passava pela cabeça de Scarlett sempre que ela via o
tanquinho do Julian. Sua habilidade de ver emoções através de cores não tem
serventia nenhuma pra história, outra aspecto mal feito jogado no meio de tudo.
Falando em Julian, ele é aquele cara feito para ser o crush dos leitores, mas
tenho certeza que você já viu Julians iguais em outros zilhões de livros por
aí, então acaba sendo imune aos encantos dele e só quer que aquele instalove
acabe logo. Logo no início da história eu já queria que Tella fosse a
protagonista, porque ela era mais irreverente, segura de si, aventureira, mas
já adianto que até ela a autora conseguiu estragar no final das contas. Sem
comentários para o pai das meninas e o conde com quem Scarlett iria se casar,
tudo aquilo foi uó.
Para não ser totalmente negativa
com a história, devo dizer que ela pelo menos conseguiu me manter
interessada o suficiente para ler até o final, mesmo assim só porque eu queria
saber mesmo como aquela trama mal feita iria terminar. Eu queria ter gostado
desse livro, mas é impossível levar a sério uma história que não me entrega
nada do que havia prometido e ainda acaba se desconstruindo no fim das contas.
Eu gostei
bastante do livro, mas ele poderia ter sido mais do que realmente foi.
Senti que a autora ficou com um pouco de medo de construir o mundo, porque
apesar de alguns momentos de magia, do deserto e tal, eu não senti que
estava lendo uma história baseada na cultura árabe, parecia mais aquelas
histórias do velho oeste, com muito tiroteio e alguns aspectos steampunk. Além
disso, foi um pouco difícil me conectar com a história e os personagens no
início, mas ambos vão tomando forma ao longo do livro e acabei gostando. O
livro só me mostrou para o que veio lá no final, quando somos apresentados ao
universo mágico dessa história, com filhos de djinnis que mudam de forma,
causam ilusões e várias outras coisas legais. Mesmo assim, o final foi um pouco
apressado, mas deu um gostinho do que tudo pode vir a se tornar.
Tudo o que Amani quer é fugir da casa do tio, onde nunca foi bem-vinda. Ela
sabe que é uma atiradora excelente e se daria muito bem sozinha, se não vivesse
em um mundo extremamente machista. Demorei um pouco para gostar dela realmente,
mas aos poucos ela foi ganhando mais minha simpatia e me fez torcer para que
conseguisse se safar de várias situações em que se metia. É bem teimosa, mas
também forte, ainda começando a mostrar todo o seu potencial.
Jin é aquele personagem feito
para nos apaixonarmos. Só não gostei do clichê do início, quando a autora faz
Amani descrevê-lo como sendo fisicamente maravilhoso, daquele jeito que nos
últimos tempos só me faz revirar os olhos. Mas pelo menos não temos um insta-love,
a confiança dos dois um no outro vai crescendo aos poucos. Os dois têm momentos
bem divertidos juntos. Gostei bastante de Shazad também, uma personagem que
aparece mais para a frente na história. Em poucas páginas ela demonstrou
ser uma boa amiga e uma grande guerreira. O livro tem vários outros
personagens, mas eles cabem naquilo que sempre digo: é melhor vocês os
conhecerem quando ler, porque qualquer coisa que eu disser pode ser
spoiler.
A história tem bastante
potencial e eu espero realmente que a autora consiga consertar alguns furos na
sequência. Os acontecimentos do final me deixaram bem curiosa para saber o que
vem a seguir.
Hannah Baker
cometeu suicídio e deixou 7 fitas cassete endereçadas à 13 pessoas, cada lado
das fitas revelando qual a parte delas ao fazê-la tomar essa decisão. Esse
livro sempre mexeu muito comigo desde a primeira vez que o li e esses
sentimentos sempre voltam cada vez que o leio, por isso é um dos meus
favoritos. É um daqueles livros que te faz olhar as pessoas a sua volta de
forma diferente, te faz repensar seus atos, te faz querer ajudar alguém. A vida
de Hannah virou uma bagunça quando ela teve seu primeiro beijo e vários boatos
infundados surgiram a partir daí. Como a própria Hannah diz, é o efeito bola de
neve, uma coisa não teria acontecido sem a outra. "Tudo afeta
tudo".
No quesito literário, é um livro intrigante e instigante, que lemos muito
rápido porque queremos saber todos os motivos de terem feito a vida de Hannah
descer ladeira abaixo, o que realmente a fez se matar. Já li muitos comentários
de pessoas dizendo o quanto esse livro salvou a vida delas, então, sim, esse é
um livro para pessoas que estão sofrendo como a Hannah, e esse é um livro para
as pessoas ao redor terem mais consciência dos seus atos e também prestarem
atenção naquele colega que era super pra cima e de repente teve uma mudança
brusca de comportamento. Essa mudança teve um motivo, e simplesmente ter alguém
com quem se abrir sem receios faz uma diferença enorme.
Quanto mais nós e Clay vamos
descobrindo sobre Hannah, mais desejamos que no final das contas tudo tenha
sido um mal entendido e ela ainda está viva. Também conhecemos bastante sobre
Clay, e ele me irritava em alguns momentos, mas de todos os personagens que
conhecemos ao longo da trama, ele e o Tony definitivamente mereciam o título
que tinham, o "garoto bonzinho", o garoto legal que nunca fez nada de
errado. Temos dois paralelos, uma garota que não merecia a reputação que tinha,
e um garoto que merecia a sua. A Hannah que não foi destruída pelos atos
maldosos dos outros era uma garota incrível, que poderia facilmente ser minha
amiga. A outra também, porque eu gostaria muito de poder ajudá-la.
Esse é um daqueles livros que
fica com você mesmo depois de terminar a leitura. Talvez, seja uma história que
você levará para a vida. Para mim é daqueles livros que sempre que me lembro de
alguma passagem eu já sinto meu coração apertado e uma vontade enorme de
chorar, de novo vem aquele desejo que tudo tivesse acabado de forma diferente.
SÉRIE
A série tem várias diferenças
em relação ao livro, mas todas elas funcionaram muito bem na trama, sem tirar a
essência da história, apenas adicionando detalhes importantes. Cada episódio é
dedicado a um lado das fitas, e isso possibilitou com que os personagens que
não conhecíamos muito bem nos livros, além do que a Hannah dizia sobre eles nas
fitas, fossem explorados.
Eu gostei muito de ver as
reações de todos após terem ouvido as fitas da Hannah, apesar do
"mistério" que eles estavam tentando acobertar. Muitas pessoas
reclamaram do Clay da série escutar as fitas aos poucos, mas achei isso bem
condizente com a personalidade que deram a ele na série. Você consegue ver
claramente que ele tem ansiedade, é um garoto mais retraído e que estava
ficando perturbado toda vez que ouvia uma das fitas.
Como o universo da série
expandiu mais o elenco de personagens, queria destacar aqui a mãe da Hannah,
que teve uma atuação maravilhosa da Kate Walsh durante a série inteira, e o
papel bem maior do Tony durante a trama, e ele acabou sendo um dos meus
personagens favoritos. A série tratou todos os temas abordados na história
(bullying, assédio, machismo, estupro, suicídio) de forma bem crua e visceral,
tanto que vocês já devem ter visto por toda parte (mesmo quem ainda não
assistiu) que as cenas dos estupros e do suicídio foram mostradas na íntegra,
com um aviso antes dos episódios começarem de que seria mostrado esse conteúdo.
O que tem gerado mais
discussões por aí é a cena do suicídio, alguns dizendo que "glamourizaram"
esse acontecimento, e outros que foi exatamente o oposto, e eu sou da segunda
opinião. A cena inteira mostra o quanto aquilo é feio e doloroso, eu consegui
me sentir no lugar da Hannah e foi horrível toda aquela sensação. Além de tudo,
o momento em que a mãe dela a encontra foi uma das cenas mais desoladoras e
desesperadoras que eu já vi. Então não, não acho que a série glamourizou ou
romantizou o suicídio em momento algum.
Veja abaixo o teaser da 1ª temporada de 13 Reasons Why
O livro
conta a história de Luce, uma garota que é mandada para um reformatório por
causa de um possível assassinato, causado por um incêndio onde tudo apontava
para ela como culpada. Desde pequena, Luce é assombrada por sombras, mas não
sabe o que fazer pra lidar com elas. No reformatório Luce conhece algumas
pessoas bem estranhas, mas a maior surpresa é o tal do Daniel Griggori, que em
um primeiro contato já é bem rude com ela. E também há Cam, um cara que a
fascina e que parece estar interessado nela.
Eu gostei
bastante das partes de romance e da pequena parte que mostra sobre os anjos em
si (demora, mas eles aparecem!). Não gostei da Luce ser tão ingênua (ou seria
idiota?) por pensar que só existe um mundo, uma vida. A história deixa muito a
desejar no quesito progressão, mas eu acho (espero, na verdade) que a causa
disso seja porque é o primeiro livro de uma trilogia, uma introdução pro que
vai acontecer nos próximos livros.
O livro está
entre bom e muito bom. Não chega a ser muito bom porque eu achei a Luce muito
dramática pra pouca coisa. E também porque ficou muita coisa em aberto como por
exemplo qual é o verdadeiro objetivo de Cam. Ele parece realmente gostar dela,
mas às vezes ele é nonsense. O Daniel é bem misterioso e achei legal as partes que
a Luce procura coisas sobre ele.
O terceiro livro da série A Rainha Vermelha já começa cheio de
adrenalina. O final deEspada
de Vidro, deixou todos os leitores loucos pela continuação, e comigo
não foi diferente. Eu estava curiosa para saber o que aconteceria com a
protagonista. E a Victoria Aveyard me surpreendeu com A Prisão do Rei.
Neste livro, Mare esta presa
com Maven e sua tirania. Ele agora é rei e mesmo sem sua malvada mãe por trás
de seus atos, se mostra tão sádico e doente quanto ela. Age com crueldade e
tirania, fazendo de tudo para manter seu trono. Por outro lado, vemos outra
faceta dele, uma com vulnerabilidade, onde mostra tudo o que Elara o fez
passar.
Enquanto Mare, submetida aos
planos de Maven, tenta todas as formas de escapar de suas garras, a guarda
continua firme e forte, recrutando novos sanguenovos, treinando, se
organizando, espionando, planejando. Cal esta entre os membros da guarda,
aturado, se porque confiam nele ou por conveniência, teremos que descobrir ao
longo do livro, mas ele esta empenhadoem
conseguir Marede
volta. Confesso que Cal me irritou em certas partes, mas por outro lado, é
compreensível que, como prateado, tente achar uma saída que não sejam mortes.
(Foto: Editora Seguinte)
Outros
personagens que ganham destaque neste livro são Evangeline e Cameron. Confesso
que Evangeline me surpreendeu muito. Vou deixar suspense no ar, mas chego a
dizer que estou começando a simpatizar com ela. Confesso que senti falta de
capítulos com o ponto de vista de Maven.
Seria interessante explorar o passado dele e o porquê de suas ações. Mas também
confesso que não quero chegar a gostar dele.
Neste livro vemos mais a Mare
do primeiro livro. Mas mais madura, mais ciente de si mesma e suas ações, mais
humana. Como todos os livros da Victória, é recheado de reviravoltas. Ele volta
com tudo ao tema: todo mundo pode trair todo mundo. Um dos focos deste livro é
tentar descobrir em quem se pode confiar. Será que todo mundo é quem diz
realmente ser?
O que posso dizer depois dessa
leitura é que Victória não perdeu a mão e a história continua tão envolvente
como as anteriores. Já vi muitas teorias sobre o fechamento desta série no
próximo livro (ainda sem nada definido), como sou coração mole, espero que
algumas não se concretizem. E agora, Team Maven ou Team Cal? Maven tem
salvação? Merece uma segunda chance? Quem é realmente o que diz ser? Em quem
podemos confiar? Quem vence a guerra? E depois, como tudo fica?